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Treinador César Peixoto deixa Gil Vicente e ruma aos ingleses do Wolverhampton
O português César Peixoto foi hoje apresentado como novo treinador do Wolverhampton para as próximas duas épocas, anunciou o clube do segundo escalão inglês de futebol, deixando o comando técnico do Gil Vicente, da I Liga.
O técnico português, que substitui Rob Edwards, terá o desafio de recolocar os ‘wolves’ na Premier League, depois de a equipa — na qual atuam os portugueses José Sá, Toti Gomes e Rodrigo Gomes — ter terminado na última posição e descido ao Championship na última época.
“O César Peixoto possui muitas das qualidades que consideramos importantes para o futuro deste clube. Procurávamos uma identidade clara, liderança e uma ambição real de vencer”, afirmou Nathan Shi, diretor executivo do Wolverhampton, citado pelo clube.
César Peixoto, de 46 anos, enfrenta a primeira experiência como treinador fora de Portugal, depois de ter levado o Gil Vicente ao sexto lugar da edição 2025/26 da I Liga.
Apresentado em Compton Park, César Peixoto afirmou estar orgulhoso por assumir o comando técnico do Wolverhampton, que considerou ser “um grande e histórico clube”, prometendo uma equipa competitiva e alinhada com a identidade da cidade e dos adeptos.
“É uma sensação ótima. Tenho orgulho em estar aqui. Estou preparado para fazer tudo para colocar os 'Wolves' no lugar que lhes pertence na Premier League”, afirmou o técnico, citado pelos meios do clube, que inicia a sua primeira experiência no futebol inglês.
César Peixoto destacou a importância da pré-época para consolidar ideias e preparar o plantel para a exigência do Championship, frisando que o clube precisa de “uma identidade ofensiva com bola” e de um grupo capaz de lidar com a intensidade da competição.
O treinador descreveu-se como “muito exigente”, defendendo uma equipa organizada, agressiva, intensa e com capacidade para pressionar alto, considerando que o plantel tem qualidade e margem de evolução, admitindo a necessidade de reforços para construir “uma grande equipa para lutar pelo acesso à Premier League”.
O português lembrou ainda as aprendizagens adquiridas com treinadores como José Mourinho e Jorge Jesus, sublinhando que a prioridade é afirmar a sua própria identidade.
César Peixoto garantiu que os adeptos “vão ver uma equipa com ambição, com um caráter forte, uma forte identidade do clube e uma forte ideia de jogo”.
“Vão ver uma equipa que nunca desiste de tentar ganhar os três pontos e eu quero que os adeptos se orgulhem desses jogadores. Quero que os adeptos dos ‘Wolves’ gostem da forma como vão jogar na próxima época. Quero ganhar jogos, mas jogando um futebol ofensivo”, concluiu.
Como futebolista, César Peixoto disputou 65 jogos, marcou um golo e fez seis assistências pelo Benfica nas duas épocas entre 2009/10 e 2010/11 – o mesmo número de partidas que realizou pelo Gil Vicente e mais dez do que somou no FC Porto.
No clube portista, no qual esteve entre 2002/03 e 2006/07, incluindo um empréstimo ao Vitória de Guimarães (13 jogos, um golo e uma assistência), contabilizou 55 jogos, 10 golos e 10 assistências, conquistando a Taça UEFA, a Liga dos Campeões e a Taça Intercontinental.
Pelo Sporting de Braga, entre 2007/08 e 2008/09, somou 62 jogos, sete golos e três assistências, vencendo ainda a Taça Intertoto.
No Gil Vicente, pelo qual encerrou a carreira após quatro épocas (de 2011/12 a 2014/15), fez 65 jogos, quatro golos e oito assistências.
“O César Peixoto possui muitas das qualidades que consideramos importantes para o futuro deste clube. Procurávamos uma identidade clara, liderança e uma ambição real de vencer”, afirmou Nathan Shi, diretor executivo do Wolverhampton, citado pelo clube.
César Peixoto, de 46 anos, enfrenta a primeira experiência como treinador fora de Portugal, depois de ter levado o Gil Vicente ao sexto lugar da edição 2025/26 da I Liga.
Apresentado em Compton Park, César Peixoto afirmou estar orgulhoso por assumir o comando técnico do Wolverhampton, que considerou ser “um grande e histórico clube”, prometendo uma equipa competitiva e alinhada com a identidade da cidade e dos adeptos.
“É uma sensação ótima. Tenho orgulho em estar aqui. Estou preparado para fazer tudo para colocar os 'Wolves' no lugar que lhes pertence na Premier League”, afirmou o técnico, citado pelos meios do clube, que inicia a sua primeira experiência no futebol inglês.
César Peixoto destacou a importância da pré-época para consolidar ideias e preparar o plantel para a exigência do Championship, frisando que o clube precisa de “uma identidade ofensiva com bola” e de um grupo capaz de lidar com a intensidade da competição.
O treinador descreveu-se como “muito exigente”, defendendo uma equipa organizada, agressiva, intensa e com capacidade para pressionar alto, considerando que o plantel tem qualidade e margem de evolução, admitindo a necessidade de reforços para construir “uma grande equipa para lutar pelo acesso à Premier League”.
O português lembrou ainda as aprendizagens adquiridas com treinadores como José Mourinho e Jorge Jesus, sublinhando que a prioridade é afirmar a sua própria identidade.
César Peixoto garantiu que os adeptos “vão ver uma equipa com ambição, com um caráter forte, uma forte identidade do clube e uma forte ideia de jogo”.
“Vão ver uma equipa que nunca desiste de tentar ganhar os três pontos e eu quero que os adeptos se orgulhem desses jogadores. Quero que os adeptos dos ‘Wolves’ gostem da forma como vão jogar na próxima época. Quero ganhar jogos, mas jogando um futebol ofensivo”, concluiu.
Como futebolista, César Peixoto disputou 65 jogos, marcou um golo e fez seis assistências pelo Benfica nas duas épocas entre 2009/10 e 2010/11 – o mesmo número de partidas que realizou pelo Gil Vicente e mais dez do que somou no FC Porto.
No clube portista, no qual esteve entre 2002/03 e 2006/07, incluindo um empréstimo ao Vitória de Guimarães (13 jogos, um golo e uma assistência), contabilizou 55 jogos, 10 golos e 10 assistências, conquistando a Taça UEFA, a Liga dos Campeões e a Taça Intercontinental.
Pelo Sporting de Braga, entre 2007/08 e 2008/09, somou 62 jogos, sete golos e três assistências, vencendo ainda a Taça Intertoto.
No Gil Vicente, pelo qual encerrou a carreira após quatro épocas (de 2011/12 a 2014/15), fez 65 jogos, quatro golos e oito assistências.
No total, conquistou quatro Ligas portuguesas, duas Taças de Portugal, duas Supertaças e duas Taças da Liga.
Wolverhampton mantém a 'tradição' de ser o clube mais português do futebol inglês
César Peixoto tornou-se o quarto treinador português da história do Wolverhampton, reforçando a ligação entre o clube inglês e o futebol luso, que já levou mais de 30 jogadores portugueses e quatro treinadores até ao emblema das Midlands.
A contratação do técnico português, de 46 anos, para tentar devolver os ‘Wolves’ ao primeiro escalão após a descida esta época ao Championship, representa mais um capítulo de uma parceria que transformou o Wolverhampton numa plataforma de projeção de talento luso no contexto europeu.
Desde a chegada dos investidores chineses da Fosun International ao clube, em 2016, o Wolverhampton consolidou uma forte ligação ao mercado português, impulsionada pela proximidade ao empresário Jorge Mendes, fundador da Gestifute e uma das figuras mais influentes do futebol mundial.
Com essa ligação, os ‘Wolves’ passaram a ter acesso a alguns dos principais talentos lusos da última década, tornando-se uma espécie de “porta de entrada” privilegiada para o futebol inglês.
No banco, a história começou com Nuno Espírito Santo, que assumiu a equipa em 2017 e protagonizou o período mais bem-sucedido da era moderna do clube.
O antigo guarda-redes conduziu o Wolverhampton ao título do Championship em 2017/18, com 99 pontos, garantindo o regresso à Premier League, na qual alcançou dois sétimos lugares consecutivos e uma histórica presença nos quartos de final da Liga Europa, em 2019/20.
Seguiu-se Bruno Lage, que orientou os ingleses entre 2021 e 2022, mantendo a equipa entre os lugares intermédios da principal liga inglesa, antes de ser substituído após uma quebra de resultados.
Vítor Pereira tornou-se o terceiro treinador português a assumir o comando técnico dos ‘Wolves’, numa passagem mais curta, antecedendo agora a chegada de César Peixoto para iniciar um novo ciclo.
A influência portuguesa fez-se sentir ainda mais dentro das quatro linhas. Mais de 30 futebolistas lusos representaram o Wolverhampton ao longo dos últimos anos, um número sem paralelo para qualquer outra nacionalidade estrangeira na história do clube.
Entre os casos mais emblemáticos está Rúben Neves, que chegou em 2017 proveniente do FC Porto, numa transferência surpreendente para o segundo escalão inglês. O médio acabaria por se tornar capitão da equipa, símbolo da subida à Premier League e um dos maiores ídolos da história recente do clube, somando 249 jogos.
João Moutinho, campeão europeu por Portugal em 2016, também deixou marca no estádio Molineux, com mais de 200 partidas realizadas e um papel determinante na consolidação da equipa entre a elite do futebol inglês.
Já Diogo Jota transformou-se numa das maiores histórias de valorização do projeto. Contratado ainda jovem, marcou 41 golos pelos ‘Wolves’ antes de ser transferido para o Liverpool por um valor milionário.
Além destes três casos, também os internacionais portugueses Rui Patrício, Pedro Neto, Nélson Semedo, Gonçalo Guedes, Matheus Nunes, Vitinha, José Sá, Daniel Podence e Fábio Silva passaram pelos 'Wolves'.
O Wolverhampton detém o recorde inédito de alinhar com sete futebolistas portugueses no 'onze' inicial num jogo da Premier League, feito alcançado pela primeira vez em 22 de janeiro de 2022, diante do Brentford, tornando-se o clube com mais titulares da mesma nacionalidade estrangeira num jogo em toda a história do futebol inglês.
Atualmente, o plantel continua a contar com presença portuguesa, destacando-se nomes como José Sá, Toti Gomes e Rodrigo Gomes.
A chegada de César Peixoto reforça assim uma ligação que ultrapassa a simples tendência de mercado e que se tornou uma das relações mais duradouras entre um clube inglês e o futebol português.
César Peixoto tornou-se o quarto treinador português da história do Wolverhampton, reforçando a ligação entre o clube inglês e o futebol luso, que já levou mais de 30 jogadores portugueses e quatro treinadores até ao emblema das Midlands.
A contratação do técnico português, de 46 anos, para tentar devolver os ‘Wolves’ ao primeiro escalão após a descida esta época ao Championship, representa mais um capítulo de uma parceria que transformou o Wolverhampton numa plataforma de projeção de talento luso no contexto europeu.
Desde a chegada dos investidores chineses da Fosun International ao clube, em 2016, o Wolverhampton consolidou uma forte ligação ao mercado português, impulsionada pela proximidade ao empresário Jorge Mendes, fundador da Gestifute e uma das figuras mais influentes do futebol mundial.
Com essa ligação, os ‘Wolves’ passaram a ter acesso a alguns dos principais talentos lusos da última década, tornando-se uma espécie de “porta de entrada” privilegiada para o futebol inglês.
No banco, a história começou com Nuno Espírito Santo, que assumiu a equipa em 2017 e protagonizou o período mais bem-sucedido da era moderna do clube.
O antigo guarda-redes conduziu o Wolverhampton ao título do Championship em 2017/18, com 99 pontos, garantindo o regresso à Premier League, na qual alcançou dois sétimos lugares consecutivos e uma histórica presença nos quartos de final da Liga Europa, em 2019/20.
Seguiu-se Bruno Lage, que orientou os ingleses entre 2021 e 2022, mantendo a equipa entre os lugares intermédios da principal liga inglesa, antes de ser substituído após uma quebra de resultados.
Vítor Pereira tornou-se o terceiro treinador português a assumir o comando técnico dos ‘Wolves’, numa passagem mais curta, antecedendo agora a chegada de César Peixoto para iniciar um novo ciclo.
A influência portuguesa fez-se sentir ainda mais dentro das quatro linhas. Mais de 30 futebolistas lusos representaram o Wolverhampton ao longo dos últimos anos, um número sem paralelo para qualquer outra nacionalidade estrangeira na história do clube.
Entre os casos mais emblemáticos está Rúben Neves, que chegou em 2017 proveniente do FC Porto, numa transferência surpreendente para o segundo escalão inglês. O médio acabaria por se tornar capitão da equipa, símbolo da subida à Premier League e um dos maiores ídolos da história recente do clube, somando 249 jogos.
João Moutinho, campeão europeu por Portugal em 2016, também deixou marca no estádio Molineux, com mais de 200 partidas realizadas e um papel determinante na consolidação da equipa entre a elite do futebol inglês.
Já Diogo Jota transformou-se numa das maiores histórias de valorização do projeto. Contratado ainda jovem, marcou 41 golos pelos ‘Wolves’ antes de ser transferido para o Liverpool por um valor milionário.
Além destes três casos, também os internacionais portugueses Rui Patrício, Pedro Neto, Nélson Semedo, Gonçalo Guedes, Matheus Nunes, Vitinha, José Sá, Daniel Podence e Fábio Silva passaram pelos 'Wolves'.
O Wolverhampton detém o recorde inédito de alinhar com sete futebolistas portugueses no 'onze' inicial num jogo da Premier League, feito alcançado pela primeira vez em 22 de janeiro de 2022, diante do Brentford, tornando-se o clube com mais titulares da mesma nacionalidade estrangeira num jogo em toda a história do futebol inglês.
Atualmente, o plantel continua a contar com presença portuguesa, destacando-se nomes como José Sá, Toti Gomes e Rodrigo Gomes.
A chegada de César Peixoto reforça assim uma ligação que ultrapassa a simples tendência de mercado e que se tornou uma das relações mais duradouras entre um clube inglês e o futebol português.